{"id":3085,"date":"2020-10-05T17:49:54","date_gmt":"2020-10-05T17:49:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.graphn.com.br\/amaralefazla\/uso-de-moto-de-casa-para-o-trabalho-nao-da-direito-a-adicional-de-periculosidade\/"},"modified":"2020-10-05T17:49:54","modified_gmt":"2020-10-05T17:49:54","slug":"uso-de-moto-de-casa-para-o-trabalho-nao-da-direito-a-adicional-de-periculosidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.amaralfazla.com.br\/site\/uso-de-moto-de-casa-para-o-trabalho-nao-da-direito-a-adicional-de-periculosidade\/","title":{"rendered":"Uso de moto de casa para o trabalho n\u00e3o d\u00e1 direito a adicional de periculosidade"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Utilizar a moto para percorrer esse trajeto n\u00e3o se equipara \u00e0s atividades em que o ve\u00edculo \u00e9 imprescind\u00edvel para a realiza\u00e7\u00e3o da tarefa, como ocorre com motoboys e moto taxistas.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-1816 alignleft\" src=\"https:\/\/www.graphn.com.br\/amaralefazla\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Uso-de-moto-de-casa-para-o-trabalho-nao-da-direito-a-adicional-de-periculosidade-300x188.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"188\" \/>Esse foi o entendimento da 6\u00aa Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que levou em conta a falta de comprova\u00e7\u00e3o do uso da motocicleta durante a atividade profissional para denegar o recurso de um montador de m\u00f3veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O trabalhador prestava servi\u00e7os como montador para a empresa desde 2005 e recebia por tarefa feita. Na reclama\u00e7\u00e3o trabalhista, argumentou que a empresa fazia com que ele usasse sua pr\u00f3pria motocicleta para seu deslocamento e tamb\u00e9m para o transporte de ferramentas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ju\u00edzo de primeiro grau julgou o pedido improcedente, levando em considera\u00e7\u00e3o que a atividade de montagem de m\u00f3veis nas casas de clientes n\u00e3o se compara \u00e0s dos trabalhadores que usam moto obrigatoriamente, como os motoboys e afins. O juiz avaliou que ficou claro que o ve\u00edculo do montador n\u00e3o era essencial para o seu desempenho profissional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A senten\u00e7a foi posteriormente mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 24\u00ba Regi\u00e3o (MS), que observou que o montador usava a motocicleta apenas para se deslocar de casa para o trabalho, e n\u00e3o em suas atividades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ministra K\u00e1tia Arruda, relatora do recurso de revista do montador, manteve a decis\u00e3o das inst\u00e2ncias anteriores. Ela explicou que para acolher o argumento de que a moto era usada a servi\u00e7o, e com habitualidade, seria necess\u00e1rio reexaminar as provas do processo, procedimento que \u00e9 vedado pela\u00a0<b><a href=\"http:\/\/www3.tst.jus.br\/jurisprudencia\/Sumulas_com_indice\/Sumulas_Ind_101_150.html\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\">S\u00famula 126<\/a><\/b>\u00a0do TST.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A decis\u00e3o foi un\u00e2nime.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>RR 25511-35.2016.5.24.0005<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Clique\u00a0<a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/dl\/acordao-adicional-periculosidade.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\">aqui<\/a>\u00a0para ler o ac\u00f3rd\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>Fonte: Jusbrasil (https:\/\/jorgealexandrefagundes.jusbrasil.com.br\/noticias\/938673180\/uso-de-moto-de-casa-para-o-trabalho-nao-da-direito-a-adicional-de-periculosidade?ref=feed)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Utilizar a moto para percorrer esse trajeto n\u00e3o se equipara \u00e0s atividades em que o ve\u00edculo \u00e9 imprescind\u00edvel para a realiza\u00e7\u00e3o da tarefa, como ocorre com motoboys e moto taxistas. 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